Nada é mais periculoso do que ler e escrever; exceto pensar.

Bandido não conta bandido; só pela lei o de fora magno juiz, que pode e sabe de tudo condenar absolver. Mas começamos a escrever noutras frases; e nosso olhar importava, pela noção de lugar e de nós. Viemos de um fora para cá a prisão, somos e nascemos um dia. Responder então por que assim e aqui; Como tudo nos foi e está se fazendo agora. Contar-nos pois dessas tão frases sem fim.

A própria letra nos atrai continuar nos escrevendo nela. Romper então todo o sentido, fazê-lo noutras coisas mais coisas falar; além do que já está por montado posto. Escrever. De todo outro modo montar periculoso outros fins; que estes também de mais outros, nas coisas dos nossos dias. Desmontar as linhas com outras linhas de dizer e de chegar. A realidade e as letras.

A literatura em assim surgiu por estas crônicas no blog.

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