O helicóptero chega todo dia, já nosso trauma imaginário, pra vigiar ou matar. Ou os dois ao mesmo tempo. A vida pesadelo por cima. Nos fabricam animais miúdos a eliminar com venenos de metal. Mudados a insetos por já nascermos insetos. Quem está pelo céu se acostumou a nos ver esta coisa, nunca mais gente. Escrevo como eles pensam, agem e nos destinam. Engolimos balas e guerras entre nós mesmos; este nós nacional que nunca existiu. Em contradito assassino de que o outro brasileiro não é da minha mesma nação brasileira. O ser e o nada. Coisa alguma num assim desse falto dá certo. Nem Deus querendo, nem os tempos, nem nada. E eles de cima puro demônios.

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