“Auto de Resistência” – Impressões Sobre o Documentário

1- Sessão lotada, o que foi muito significativo para nós.

2- Durante a exibição grande concentração da plateia às imagens e falas. Com algumas manifestações de indignação e ironia aos discursos dos polícias.

3- Que o edifício jurídico brasileiro é uma grande muralha, entre os donos do poder e o povo deserdado.

4- As ações aéreas da polícia nas favelas, como hoje também as do exército brasileiro, nos lembraram os americanos exterminando vietnamitas, como moscas infectas.

5- À saída ao término da sessão, o silêncio fúnebre do público ao nosso auto-genocídio monstruoso.

6- E como nossa grande impressão geral, a de que o silêncio histórico e perene dos governantes é o horroroso SIM, de que tem que matar e matar, sobretudo e também os que continuamos vivos; estes na morte a crédito, os outros no imediato do tiro.

7- No concluso, de que enquanto estivermos nesse vitimismo choroso sentimental, nosso mundo continuará o mesmo.

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